Nicarágua
Mais
uma vez a capital não é o chamariz deste país. Manágua é feia e não tem nada
para ver.
Passei
por dois lugares antes de chegar a Manágua e gostei bastante: os lugares são a
cidade histórica de Granada e a ilha de Ometepe.
A
ilha de Ometepe é um visual totalmente diferente do que estamos acostumados a
ver, pelo menos no Brasil. Trata-se de uma ilha com 2 vulcões, no meio de um
lago com mais de 8mil km2. A paisagem é incrível!!! Além dos diversos passeios
turísticos aos vulcões e várias praias lindas com água doce (claro), na ilha
tem um lugar chamado Ojo de Água, que é uma piscina natural formada por rochas
vulcânicas e água do lago. Água limpa, corrente e fresquinha ... vale à pena a
visita!!!
Para chegar à ilha de Ometepe saem Ferry´s das cidades de Rivas e Granada, custam mais ou menos R$6,00 cada perna.
Ilha de Ometepe
Ojo de Agua
A
cidade de Granada é uma cidade em estilo colonial bem simpática, com uma
pracinha bem bacana e construções antigas bem conservadas.
Mercado Central de Granada
Chegando
em Manágua vi que era melhor seguir viagem direto para Honduras, mas descobri
que da Costa Rica pra cima não existem ônibus noturnos por causa da segurança
nas estradas. Então tive que posar em Manágua um dia e sair no dia seguinte às
5:00am. Fiquei em um hostel meia boca, mas com quarto privado e próximo ao
terminal de ônibus. Advinha? A mulher não me acordou e como não tenho relógio e
muito menos celular (graças à Deus), perdi o horário. Conclusão: mais um dia
perdido na cidade de Manágua. Solução: nos terminais da empresa TicaBus existem
hotéis com preços justos e lá o pessoal te acorda na hora certa.
Augusto Sandino (revolucionário mais que cultuada no país)
Ruben Dario (poeta mais aclamado do país)
Dicas
Ahhh
gastem todas as notas e moedas de Córdoba (moeda da Nicarágua) antes de saírem
daqui, pois em Honduras ninguém vai trocá-las.
Por
sinal á partir daqui algumas coisas começam a mudar e tudo fica mais parecido
com a América Latina (finalmente, não agüentava mais esse astral gringo) como:
as estradas piores, a dificuldade de trocar moeda dos outros países da própria
América Central ... e principalmente eles voltam a falar castelhano (já que na
Costa Rica os nativos falam castelhano com sotaque de gringo, é ridículo!!!!
mas infelizmente é verdade).
Vamos
embora pra Honduras.








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